Grande mobilização do comércio e população de Maracaju defini pauta a ser levada ao governo do estado

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Osmar Silva da Redação

Após lideranças locais, empresas e a Associação Empresarial (ASSEMA), se reunirem na manhã desta segunda, 28, ficou acordado uma grande mobilização, unindo a população, empresários e lideranças do município às 15 horas.

A mobilização é também em pról a paralização dos caminhoneiros, no entanto, ficou definido a abordagem de mais alguns itens de extrema importância para o bom andamento de uma sociedade, bem como, por exemplo, o preço exorbitante dos impostos.

O Movimento

Por volta das 15 horas, uma multidão de pessoas se reuniu na praça central, com a execução do hino nacional brasileiro a passeata teve inicio e percorreu a avenida perimetral Norte, adentrou a rodovia BR 267, e paralisou totalmente o trânsito, devido ao grande número de pessoas.

A passeata seguiu até o local, próximo ao aero porto, onde estão reunidos os caminhoneiros em paralização ordeira e pacífica.

O presidente da ASSEMA, falou destacando o apoio a paralização e enfatizou que tal movimento ganha força com a união da população e agradeceu ao empenho de todos parabenizando pelo movimento que traz mais algumas reivindicações.

Confira a lista de necessidades que será levado ao governo do estado, em reunião a ser organizada pela FAEMS, junto com as associações do estado.

1 – Redução da alíquota do ICMS em no mínimo 20%

2 – Extinção do ICMS de forma antecipada, o ICMS garantido

3 – Melhorar a redação das normas tributárias, para que o contribuinte saiba o que está tributado e quando deve ser tributado.

4 – Diminuir o valor agregado do ICMS e de substituição tributária

5 – Diminuir o ICMS sobre a energia elétrica, de forma a aplicar a mesma alíquota incidente sobre os demais produtos.

6 – Permissão para que o etanol produzido no estado, possa ser comercializado diretamente nos postos de nosso estado.

7 – Para poder garantir a redução do ICMS, sugerimos a diminuição dos gastos do estado com folha de pagamento.

8 – Redução da carga tributária sem a criação de novos impostos para substitui-lo

De acordo com o presidente da ASSEMA, esta não é uma greve, é uma manifestação Nacional e não termina agora, vai continuar.