Pedro Chaves vai pedir a Petrobras que retome nível de compra do gás boliviano

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Imprensa Senador Pedro Chaves

O senador Pedro Chaves (PSC/MS) vai fazer gestões junto à direção da Petrobras para que a estatal retome os níveis de compra do gás natural boliviano e Mato Grosso do Sul recupere os mesmos níveis de arrecadação de ICMS registrados até o ano passado.

“Tenho uma audiência marcada hoje com o presidente da empresa, Pedro Parente, para tratar da conclusão das obras da fábrica de fertilizantes de Três Lagoas, e vou aproveitar para conversar também desse assunto. É fundamental que a Petrobras volte a importar o gás do país vizinho na mesma quantidade que comprava até o final do ano passado. O ICMS que o estado arrecada com a importação do produto é muito importante para que possamos manter as contas equilibradas”, argumentou o senador, depois de participar nesta terça-feira (14) da reunião do governador Reinaldo Azambuja com membros da bancada que representa Mato Grosso do Sul em Brasília.

No encontro, o governo pediu a ajuda dos e senadores no esforço para sensibilizar o Governo Federal e a Petrobras, sobre o impacto da redução da importação do gás nas contas do estado.

Desde o ano passado a Petrobras começou a diminuir as compras, derrubando em 50% a arrecadação estadual, que passou de R$ 79,3 milhões/mês até novembro do ano passado para R$ 38,6 milhões por mês a partir de dezembro,  segundo dados da Secretaria Estadual de Fazenda.
A mudança de estratégia da Petrobras, que atualmente consome menos gás natural boliviano e mais a produção local, colocou as finanças do governo de MS em situação difícil.

“É hora de unir as forças do governo com a bancada para ultrapassarmos esse momento delicado”, defendeu Pedro Chaves.  “Vou conversar com a direção da Petrobras, com os ministros e com o próprio presidente da república para que a estatal cumpra o contrato assinado desde que entrou em operação o gasoduto Bolívia-Brasil, que a obriga a comprar 24 milhões de m3/dia. Mercado para consumir este volume no Brasil existe”, alega o senador.