Trabalhadores dos Correios de MS entram em Estado de greve

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Os trabalhadores dos Correios de Mato Grosso do Sul recusaram, em assembleia geral, a proposta de reajuste de 6,5% de reposição salarial e aprovaram estado de greve. A decisão aconteceu por maioria absoluta, nesta quarta-feira (10.09), em Campo Grande, com a categoria podendo entrar em paralisação a partir do dia 17 de setembro (quarta-feira), às 22h, caso  a empresa não avance  e apresente uma proposta que venha ao anseio da categoria.  

 

Além da inflação de 6.4% com base no Índice de Preço ao Consumidor (IPC), os trabalhadores ecetistas reivindicam aumento real de 8%, reposição das perdas salariais de 11,3%,  acumuladas de anos anteriores, reajustes em benefícios:  R$ 300 linear, 8% de ganho real, R$ 40 de ticket e R$ 400 de vale-cesta e modernização tecnológica, acompanhada da redução da jornada de trabalho para os atendentes.  

 

Para diretoria do Sintect-MS, levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estudos Sociais e Econômicos – DIEESE apontam defasagem no salarial da categoria que hoje deveria ser R$ 3.079,00, enquanto o piso salarial de admissão é de apenas R$ 1.084,00, o menor das empresas estatais ligadas ao Governo Federal.

 

Nas cláusulas sociais a empresa se limitou a conceder apenas o reajuste de 6.5% para o vale-refeição/alimentação e vale-cesta, do empregado; do estagiário; do jovem aprendiz, vale-transporte-rodoviário; reembolso creche/babá, auxílio especial.

 

No jeito que está não dá, vamos parar!

 

Trabalhadores dos Correios de MS entram em Estado de greve