
Osmar Silva da redação.
Na manhã deste dia 18 de junho, foi inaugurada a Cerradinho Bioemergia, uma nova unidade da empresa em Maracaju, Mato Grosso do Sul. O evento contou com a presença de importantes autoridades e figuras do setor agroindustrial, como o Governador do estado, Eduardo Riedel, o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, um dos conselheiros da empresa, do CEO da empresa Renato Pretti, de autoridades locais e empresários ligados a empresa.
Durante a cerimônia, Roberto Rodrigues elogiou a iniciativa da empresa, destacando seu impacto positivo e pioneirismo: “A Cerradinho está dando um exemplo para o mundo. Estamos construindo aqui em Maracaju uma empresa que mata os 4 cavaleiros do apocalipse e, portanto, gera a paz. E faz isso porque conta com o apoio de um governador democrático, que conhece o assunto, do prefeito que nos apoia e de uma comunidade que acolhe a Cerradinho de braços abertos. Isso é, sim, um exemplo para o mundo”.
O Governador Eduardo Riedel também ressaltou a importância da inauguração para a região e o estado, afirmando: “Esse é um momento festivo e importante para o município e para o estado. E digo, uma das armas para o combate desses fantasmas citados pelo Roberto é produzir juventude através das empresas familiares, e liderar esse processo de transformação. E vocês são exemplo disso. Parabéns por essa trajetória de desenvolvimento que constroem aqui”, destacou o governador.
A inauguração da CerradinhoBio marca um passo significativo no desenvolvimento econômico e social de Maracaju, reforçando o compromisso da empresa com a inovação e sustentabilidade no setor agrícola. A presença de líderes como Riedel e Rodrigues ressalta a relevância deste empreendimento para o futuro da agroindústria brasileira.
De acordo com o CEO Renato Pretti, “nossas três plantas industriais, podem chegar a mais de um bilhão de litros de etanol, em chapadão do céu estamos investindo em uma fábrica de açucar, e aqui em Maracaju por exemplo, é um municipio que produz cerca de 1,5 milhão de toneladas de milho, depende do ano, mas com certeza comporta oferecer a matéria prima que precisamos, esse é um estudo que já fizemos e estamos respaldados por ele”.
Falando sobre geração de empregos, Pretti lembra que, ” Estamos trabalhando bastantepara o desenvolvimento de profissionais, é um plano nosso, já que é uma mão de obra técnica e as vezes o muninipio não tem ela de prontidão, então entendemos que é um papel nosso, coloborar para isso, mas de imediato temos que buscar mão de obra fora, ou desenvolver aqui, esse é um trabalho que temos que fazer”.


.png)
.png)













