
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou duas operações de crédito que somam R$ 150 milhões para o Grupo Cerradinho, voltadas ao financiamento de investimentos em inovação tecnológica, modernização industrial e expansão da produção de biocombustíveis em suas unidades, localizadas em Chapadão do Céu, no Sudoeste de Goiás, e Maracaju, no Sudoeste de Mato Grosso do Sul. Os financiamentos integram o programa BNDES Mais Inovação, que apoia a implantação projetos de investimento em inovação e digitalização.
A primeira operação, de R$ 50 milhões, destina-se à Neomille S.A., subsidiária do grupo focada na produção de etanol de milho e coprodutos. Os recursos serão utilizados para a aquisição de máquinas, equipamentos e serviços tecnológicos com características inovadoras, todos credenciados no BNDES.
A segunda operação, no valor de R$ 100 milhões, envolve a Cerradinho Bioenergia S.A. e a Neomille S.A. e viabilizará novos investimentos em bens de capital inovadores, incluindo equipamentos industriais e agrícolas, com tecnologia nacional.
“São investimentos em tecnologia nacional que buscam eficiência energética e redução das emissões de carbono”, observou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Sobre o grupo – Fundado em 1970, em Catanduva (SP), o Grupo Cerradinho tem um dos maiores complexos industriais do país no setor sucroenergético, com atuação na produção de etanol de cana e milho, açúcar, bioeletricidade e coprodutos como DDG e óleo de milho. Com unidades industriais instaladas em Goiás e Mato Grosso do Sul, atualmente tem capacidade de processar 1,8 milhão de toneladas de milho e 6,1 milhões de toneladas de cana. O grupo vem investindo recursos significativos em expansão nos últimos anos, incluindo novas unidades industriais e ampliação da capacidade produtiva. Um dos destaques é o crescimento da produção de etanol de milho, que hoje representa parcela relevante da receita operacional da companhia.
Agência BNDES de Notícias

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