
Osmar Silva
O carnaval 2019 em pleno século 21, ainda tem suas mazelas, em alguns lugares brigas, outros os mijões, os que acham que podem chegar beijar e “pegar” qualquer um, mas na maioria dos lugares o que impera pós-festa, é a sujeira.
Que o carnaval é uma festa popular todos sabemos, que muita gente “mata” o trabalho para ir ao carnaval e depois pra curar a ressaca também, no entanto, o que dói na alma da gente, é ver que após as noitadas da folia de momo, fica estampado em nossa a cara o quanto somos sujões, e não temos a consciência de manter a “casa” limpa.
Fato é, que ao andar nas ruas da capital, e em outras cidades onde o carnaval foi realizado, dificilmente se encontra um local que amanheceu limpo, na maior parte dos locais, um mar de lixo invade as ruas e, de camisinha usada a garrafas de destilados, tudo se encontra.
Nas casas? Ah nessas! Água parada em tampinhas, copos, plásticos, e o mosquito Aedes sambando e espalhando suas picadas e distribuindo dengue, zika, chikungunya e nos matando a todos com doença e com a vergonha de não sabermos ser limpos e cuidar de nós.
E nas ruas, espalhamos também os lixos de nossas casas, jogando em qualquer canto, beirada de mato e até na frente da casa do vizinho.
Pode não parecer, mas quando nos pautam de país de terceiro mundo ou em desenvolvimento, devemos analisar, isso seria um elogio?
Sem mais.
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