ESPORTE

Guga: "Fui número 1 e não foi o suficiente para transformar o tênis"

 

Guga deu entrevista coletiva nesta quarta (Foto: Divulgação)
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Tricampeão de Roland Garros, o ex-tenista Gustavo kuerten lamentou que as suas conquistas no tênis não foram o suficiente para alavancar a modalidade no Brasil. Guga, que será o responsável por entregar o troféu do Aberto do Rio, diz que o país pode contar nos dedos os grande tenistas que possui.

 

  • A maior quantidade de jogadores depende de muitos fatores. Trazer grandes eventos inspira. O que falta é um trabalho de base, iniciação no tênis, para não ficar dependentes de dois ou três jpgadores, sempre contando nos dedos. Temos 15% de jovens que jogam tênis e destes, poucos ficam. Na minha época, cheguei a pagar para jogar uma Copa Davis juvenil. Fui o número 1 do mundo e não foi o suficiente para transformar o tênis – falou o ex-tenista em entrevista coletiva no Jockey Club Brasileiro.

Por outro lado, a simples passagem pelo Jockey durante a disputa do Aberto do Rio já foi suficiente para fazer o astro sentir vontade de retornar às quadras. Ele, porém, lembrou que isso não deve ser possível:

 

  • Quando cheguei e olhei o cristo no fundo da quadra, deu vontade de jogar. Ainda mais se o (Rafael) Nadal tivesse jogado na minha época. Sinto falta de jogar, mas não sei se vou fazer mais partidas de exibição, por causa da cirurgia nas costas. O Aberto do Rio, evento que reúne um ATP 500 e um WTA Internacional, tem sofrido com alguns problemas. Nesta terça-feira, por exemplo, alguns jogadores, entre eles Nadal, lembraram que há um excesso de terra em alguns pontos da quadra de saibro. E Guga admite que o Brasil ainda precisa melhorar para sediar grandes eventos de tênis, mas que pode sonhar:

  •  

  • Nós não temos pedigree, não temos PHD em tênis. Estamos aprendendo. Trazendo estes grandes eventos, não tem porque não sonhar com coisa maior, como um Masters 1.000 (segundo nível mais importante de torneio de tênis). O Brasil hoje tem mais eventos do que tinha antigamente. Dá para contar nos dedos as vezes que joguei no Brasil.

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