Preparados no Brasil e finalizados em Dubai, 067 Vinhos produzirá bebidas híbridas

A 067 Vinhos, empresa que integra o Ecossistema Dakila, traz mais uma grande inovação, a produção de vinhos híbridos que serão preparados no Brasil e finalizados em Dubai. O objetivo desse tipo de produção é mesclar duas culturas e levar o produto brasileiro para receber a influência de outro lugar e seu povo. Um depósito de 15 mil metros foi construído para que seja possível levar os produtos do Brasil aos Emirados Árabes Unidos.

“Mato Grosso do Sul será o primeiro estado brasileiro a produzir vinhos híbridos, que começa aqui [Brasil] e é finalizado em Dubai, dois conceitos diferentes em uma única garrafa. Nesse espaço vão caber no mínimo de 600 a 700 paletes de vinho junto com outros produtos nacionais que estamos trazendo como, cachaças brasileiras, Gins, suplementos alimentares do Brasil e muito mais. Por meio da Pantanal Trading, a mais nova empresa do Ecossistema Dakila, poderemos expandir os negócios e levar as maravilhas brasileiras até os Emirados Árabes Unidos”, afirma Alan Oliveira, proprietário da 067 Vinhos.

Conforme explica Alan, a parceira com Dubai na produção de vinhos híbridos trará intercâmbio cultural e comercial o que entrelaça com os princípios da empresa. “A 067 Vinhos não está interessada apenas em vender, nos preocupamos com o conceito, a cultura, a infraestrutura, valorizamos o local. Os Emirados é uma região próspera e estão sempre com a atenção voltada as inovações que ofereçam o melhor para o seu povo e seus negociantes. E a 067 casa com essas preocupações, afinal queremos levar o melhor do vinho ao mundo, oferecer não só uma garrafa, mas a história, o terruá, o sabor, a fragrância, afinal, o vinho traz uma conduta respeitosa e muitas vezes está presente numa reunião de negócios”, opina Alan.

Adega subterrânea

E não para por aí, em Campo Grande mais um depósito conceitual está sendo construído, esse terá quatro metros de profundidade e promete vivencias únicas. “A adega subterrânea da 067 Vinhos trará uma experiência totalmente diferente, pois estamos trazendo conhecimento, elementos da antropologia, do passado, tanto do vinho quanto da construção fisiológica do homem para ser compartilhados lá dentro”, conta Alan.

Obra da adega iniciou em julho deste ano e tem previsão de término em fevereiro de 2022. São 82 m² e quatro metros de profundidade. Foto: Ludmila Vasco

A construção do espaço começou em julho deste ano e a previsão de término está para fevereiro de 2022. Além da adega, o local visa ampliar a distribuidora já existente no bairro São Lourenço. São 82 m² que será composto por um salão, copa de apoio, lavabo e uma adega climatizada. O projeto são das arquitetas Ludmila Vasco e Camila Moreno.

O ambiente terá uma mistura de estilos, seguindo uma linha da arquitetura provençal com elementos rústicos como a pedra, madeira, tijolo e ferro, juntamente com alguns componentes decorativos e mobiliários românticos dando um toque mais clássico para formar um local empoderado, calmo e aconchegante.

Será um espaço da antiguidade, com piso e teto de tijolos a vista, no salão vai haver uma mesa retangular de grande dimensão onde o intuito do encontro será o vinho. A adega terá climatização e o acesso a ela será camuflado, onde só pessoas autorizadas terão acesso.

Seguindo modelos da antiguidade, a adega trará conceitos rústicos da arquitetura provençal. Imagem projeto arquitetônico de Ludmila Vasco e Camila Moreno

Conforme explica Ludmila Vasco, o projeto representa uma oportunidade única de aprendizado e crescimento não só profissional, mas também sobre o vinho. “O processo criativo ficou evidenciado na maneira como trouxemos elementos modernos na releitura de uma adega antiga. Então começamos com uma busca incessante nas referências do passado e adaptamos ao programa de necessidades de nossos clientes. Trabalhar com o Alan Oliveira, a Gabriela Pache e a equipe 067 Vinhos nos coloca sempre em desafio, constante movimento e liberdade criativa”, afirma a arquiteta.

Para Alan, a 067 Vinhos não é concorrente de outras empresas do mesmo ramo no mercado, pelo contrário, se mostra como um meio de criar parcerias e expandir o nome da marca e de Mato Grosso do Sul para outras regiões e até outros países. “Nossos olhos buscam oportunidades e não a concorrência, entramos num segmento onde poucas pessoas querem entrar e com vinhos que ninguém quer mexer, com uma força que muitos não querem colocar. Estamos levando o nome do nosso estado e do país para o mundo, além da nossa história, nossos conhecimentos e vinhos que são únicos”, finaliza.

Foto de capa: Divulgação internet – blog Famiglia Valduga