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Setores apostam na Páscoa para garantir lucro certo

Tradicionalmente, a Páscoa está entre os três melhores períodos para o trabalho temporário, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães. A comerciária Alice Sena é um exemplo. Ela, todos os anos, neste período, costuma lucrar, em média, R$ 5 mil na confecção artesanal de ovos de Páscoa e bombons caseiros.

É um mês corrido, mas ela diz que consegue conciliar o seu emprego de oito horas diárias com a confecção dos doces. “É muito cansativo, mas compensa porque o lucro é certo e o dinheiro entra rápido”, diz. Depois de 12 anos no ramo, ela já tem freguesia garantida, pois consegue oferecer produtos de qualidade com bons preços, custando até a metade dos comercializados em supermercados.

O empresário do ramo de chocolates, Rubens Triaca, pretende fabricar este ano 22 toneladas de avos de Páscoa.E para atender a demanda ele contratou inicialmente sete trabalhadores temporários. Destes, prevê efetivar cinco.

Ele adiantou que esta semana vai contratar de forma temporária mais dez funcionários para atender Dourados e Campo Grande. Este ano a produção aumentou em 30% para abastecer mercados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás. “Nossa meta é aumentar sempre a produção e continuar oferecendo emprego, temporário ou efetivo”, ressalta Triaca.

O gerente de loja de doces Adão Altair Hamel, diz que 70% das vendas são de barras de chocolates e embalagens adquiridas por pessoas que fabricam ovos de Páscoa caseiro. “A procura começou em fevereiro e aumentou mais este mês. Acredito que até o final do mês o movimento aqui na loja será bastante intenso e quem deixar pra última hora pode não encontrar o que deseja”, alerta.

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