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Tropa de Choque chega, usa gás lacrimogêneo e dispersa multidão na Câmara

Pela primeira vez, a tropa de choque da Polícia Militar interviu para por fim aos protestos contra a corrupção em Campo Grande. Dezenas de militares da Cigcoe (Companhia de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais) usaram gás de lacrimogêneo para dispersar a multidão, que tentou invadir o prédio da Câmara Municipal.

 

Com a intervenção da tropa de choque, os cerca de mil manifestantes que estavam no prédio saíram correndo. Jornalistas foram atingidos por gás lacrimogêneo disparados pelos policiais. Uma repórter passou mal e precisou de atendimento de emergência.

 

O ato começou na Praça do Rádio, no Centro, e seguiu pela avenida Afonso Pena e pelas ruas Arthur Jorge, Barão do Rio Branco, Ceará e Ricardo Brandão. Durante todo o percurso, os manifestantes hostilizaram a mídia e os jornalistas que acompanhavam o ato.

 

Na Câmara Municipal, onde protestavam contra o “café de luxo”, os manifestantes entraram em confronto com a Guarda Municipal. Manifestantes foram atingidos por gás de pimenta e um agente municipal foi ferido com uma pedrada no olho. Ele foi encaminhado ao posto de saúde.

 

Os manifestantes continuaram na Câmara e tentavam ocupar o prédio. Eles jogaram pedras contra a porta principal.

 

Após o confronto, dezenas de militares da tropa de choque chegaram local disparando gás de lacrimogêneo e dispersando a multidão. Jornalistas, que acompanhavam o protesto, também foram atingidos pela ação da PM.

 

Luiz Alberto
 

Os protestantes saíram correndo da Câmara Municipal e não entraram em confronto com a Cigcoe. 

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