A Independência do Brasil

    Com o avanço do capitalismo industrial foi sendo desmantelado o mirabólico pacto colonial, forjado dentro da estrutura mercantilista. A crise do sistema colonial afetava as relações entre Portugal (metrópole) e Brasil (colônia). Várias rebeliões, dentre elas a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana, demonstraram o descontentamento de diversos setores da sociedade brasileira com a opressão da metrópole.

     

    Com a vinda da família Real para o Brasil e abertura dos portos para o comércio com outros países, foi sendo dado o golpe final no pacto colonial. O Brasil começava a se libertar de Portugal, fato consumado, inclusive com hora marcada às 16 horas e 30 minutos em 07 de setembro de 1822, quando O Príncipe Regente do Brasil, então D. Pedro de Alcântara de Bragança (D. Pedro) às margens do rio Ipiranga, puxou a espada e reproduziu em alta voz aquilo que o povo bradava pelas ruas: INDEPENDÊNCIA OU MORTE.

     

    Entretanto quem realmente são os responsáveis pela emancipação do Brasil: o povo ou as elites? O Brasil é um país livre; mas será que pode considerar-se verdadeiramente independente?

     

    Será que ser independente é ser livre? Será que ter liberdade é poder fazer o que imaginamos? Será que todos os nossos representantes políticos têm buscado a nossa independência respeitando nossa liberdade ou será que essa liberdade tem sido equivocada com libertinagem, achando que podem fazer o que bem entende?

     

    Estas são algumas perguntas de um país independe chamado Brasil; que busca a cada dia respostas para tantas injustiças e descaso com o povo brasileiro.

     

    A Independência foi proclamada em 07 de setembro de 1822, mas precisa ser construída a cada dia, e não pode ser com mentiras ou enganos e sim com coragem, com trabalho, honestidade, profissionalismo, fé em Deus e muito amor.

     

    Façamos deste momento importante de nossa história a consolidação do feito histórico iniciado por D. Pedro I; feito que precisa ser efetivado por cada cidadão brasileiro.

     

    Professor Marcio Albino – Graduação em Licenciatura em Geografia – Faculdades Integradas de Naviraí (1995), com habilitado para História. Especialista em: “GEOGRAFIA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL” – Faculdades Integradas de Naviraí (2003), “TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO” – PUC-RJ (2010) e “MÍDIAS NA EDUCAÇÃO” – UFMS (2010). Atualmente Coordenador Pedagógico da Escola Estadual Padre Constantino de Monte – Maracaju/MS.

    Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1112418384189524

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